quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Indústria do sexo pede socorro

Li no site de um amigo (o Pensando Eco-Eco): "Representantes do setor de entretenimento adulto (ou seja, pornografia) pediram ao Congresso dos Estados Unidos um pacote de 5 bilhões de dólares para manter a indústria em atividade. O argumento de Joseph Francis (da produtora de vídeos do tipo “XXX” Girls Gone Wild) é que o governo deve apoiar a sobrevivência e o crescimento dessa indústria como a de qualquer outro setor. Mais divertido, no entando, foi o argumento de Larry Flynt (revista Hustler) que considera que o povo americano também está depressivo para ser sexualmente ativo e que “Isso é muito pouco saudável para uma nação. Os americanos podem ficar sem seus carros, mas não podem ficar sem fazer sexo”.

Transportei a situação para o Brasil. Vislumbrei um protesto de atores do setor na porta do Palácio do Planalto para pedir apoio à indústria pornográfica. Imaginei a Rita Cadillac, Bruna Surfistinha, Alexandre Frota, Kid Bengala, Regininha Poltergeist, Gretchen, a filha Tammy, Leila Lopes e outros desconhecidos, todos peladões e com cartazes nas mãos escritos "AJUDE A LEVANTAR NOSSO NEGÓCIO"! Ou ainda, principalmente nos cartazes dos homens, "NOSSO NEGÓCIO PRECISA FICAR DE PÉ". Seria uma manifestação surubática. E porque não? Não estão querendo regulamentar a profissão mais antiga do mundo, a prostituição? Então, deixa os "fuckers" reclamarem seus direitos também! Só acho que no Brasil o setor não enfrenta essa crise. Ao contrário dos Estados Unidos, aqui quando a coisa tá ruim no trabalho, salário baixo, desemprego, a moçada corre é pra cama mesmo. E não pra dormir. Prova disso é o alto índice de natalidade nas favelas brasileiras. Ou vai me dizer que pobre também esquenta a cabeça com "essa tar de crís que rola nos istêite"? Outra coisa, se o fuc-fuc cinematográfico não estivesse nas alturas por aqui não tinha atriz da Globo, cantoras e modeletes caindo de boca nessa empreitada. Desde que seja com história, claro! Vide aí algumas que citei acima.

Na verdade o chamado entretenimento adulto vem crescendo (ops!) cada vez mais no país. Antigamente, os VHS ficavam nas prateleiras de cima das locadoras pra moleque nenhum enxergar e eram poucos. Hoje, os DVDs ocupam uma sala inteira de 50 metros quadrados. São milhares de títulos à disposição dos tarados de plantão: homem com mulher, homem com homem, mulher com mulher, homem com animal, mulher com animal, homem e mulher com animal, poste, hidrante, mangueira de jardim, pé de mesa, saca-rolhas e outra indescritível lista de objetos. E o dos brasileiros está cada vez maior (ops!)... o espaço ali. Enquanto o americano entra em depressão e chora com a recessão, o brasileiro relaxa e goza. Né Marta?

4 comentários

Moniky disse...

Hahahahhahaha! Não esquece de incluir os bizarros TRAVANÕES com seus peitões e seus outros dotes que prefiro não comentar! hehe! Adorei!
Beijos

Anônimo disse...

Nem tanto, mestre... nem tanto. A classe de liberais que só paga décimos terceiros e afins não consegue mesmo relaxar... muito menos... pois é.
Vai ver que o segredo da fama quente dos latin lovers do terceiro mundo é a pobreza mesmo. No máximo, estão sem emprego. Mas não têm que pagar ninguém.
Abração, Ogg!
Ah sim.. e um ano cheio de coisas boas e renovadoras para sua vida!
Ana

Renata disse...

Olá Ogg. Depois de tantas visitas, resolvi comentar. Tenho uma boa idéia para essa galera americana manter o negócio em pé (ops! rs): que tal afrodisíacos, brinquedinhos e viagra? Que sabe assim ninguém fica no vermelho e a coisa funciona? (ops!rs).

Renata disse...

Olá Ogg. Depois de tantas visitas, resolvi comentar. Tenho uma boa idéia para essa galera americana manter o negócio em pé (ops! rs): que tal afrodisíacos, brinquedinhos e viagra? Que sabe assim ninguém fica no vermelho e a coisa funciona? (ops!rs).

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